My plan for a new company, within the formula, Playboy/ Meu plano para um nova empresa, dentro da fórmula, Playboy

Apropinquante

(contato@gangbangreverso.COM)


   The first duty of a company is to generate profit.
   To make a profit, you have to sell a good or service for more than your costs.

   The sex market:
1. Female Nudity
2. Pornography
3. Prostitution

Female Nudity: Sex, Politics and Protest
       
      At the moment there are 53 Muslim majority countries with 1.034.771 billion Muslims in the world, there are still 343,586 Islamic countries according to 1992 data. They are not a problem they are an opportunity, there have never been in Playboy, Penthouse or Hustler intention to return the work to them. But there are still 52 majority Catholics and Latin America is the only continent in the world where Islam does not grow. There is no chance that photos of naked women stop being consumed, what changes is the description in presenting them and the way to profit.


Heterosexual Pornography: Sex, Politics and Protest

       
       Porn has nothing "niche": it is anywhere on the planet where there is an internet connection. The internet is porn, but there is no attempt to improve the content, classify it and monopolize it. The same company that produces pornography should sponsor mechanisms that prevent children from accessing, restrict access to child pornography, and discuss sexual perversion. No one will stop paying to masturbate, there is only need to give a discreet mechanism to do so, higher quality content and an inexpensive way to access it.


Prostitution: Sex, politics and protest

          
       In eight European countries (the Netherlands, Germany, Austria, Switzerland, Greece, Turkey, Hungary and Latvia), prostitution is legal and regulated. Prostitution is illegal in most parts of the world, including the United States, except in some counties in Nevada. The controversy over the paid sex market is the most controversial subject that Google will ever exploit through Facebook. Reporting and tracking illegal trafficking in women is the way to regulate it.


  How to Explore the Sex Market:

1. Journalism
2. Events
3. Clubs


Journalism: Sex, politics and protest.


      Magazines need to have material that sells more than one lifestyle, sell universal ideas. There are innumerable taboos that have never been explored, numerous questions that none of the magazines has the courage to expose, there is nothing in the world that is not related to sex, nothing. There are countries that have little access to nudity, where prostitution is criminalized and pornography is censored. Journalism is the terrain of battle, weapons are culture, and victory is not in persuasion, but in the ability to provoke discussions that no one else will. For it is a lie that we have arrived at a time when pervertion has reached the highest level, we have not come near. All the guidelines of a conventional newspaper can be further deepened by sex.

Events: Sex, politics and protest

     The media universe is restricted to the world of imagination. The same vehicle that creates fantasies should be able to make them become real even if for a day. There are swingers clubs, there are strip clubs, there are dance clubs, boiates, shows. There must always be an occasion for human beings to come together, to connect their minds and to interact sexually.

Clubs: Sex, politics and protest

    Social networks are not restricted to an internet connection. This is a form of many. Companies wishing to earn money with sex must form networks. The network is what makes the content always collaborative, always current, always profitable. What is the grace of permanent solitary masturbation? Networks must move between the physical world and the real world, between print and digital.



Strategy:

1. University, as current of opinion
2. Internationalization of content, as a target
3. Legality, trust point
   


University: Sex, politics and protest

           
          To "monetize" the internet, all advertising is given by the number of clicks, number of likes, or by time of viewing. How do you know who's on the other side? Google Statistics' ability to track exactly who is watching the video is 0%. There is no other place where the public can be better selected than in a university. Each institute, in each region, each course, contains a niche. The internet does not find this niche, a physical product, yes. And the less printed there is, the more opportunities, for those who are willing to reduce the cost. Profit will come from the internet, but customers will be fished by the print.


Internationalization of content: Sex, politics and protest

        
          The best content, for the lowest price, for the largest number of people. 1 billion users, for $ 1.00, are 1 billion dollars. Break the physical space boiler, the language barrier, the culture barrier, the distribution barrier and the money barrier. Everything can be achieved by information technology. There is a way to recruit employees and users around the world.


Legality: Sex, politics and protest


             Persuasion is the force of free speech. The confrontation of idea must be permanent, this is the war, the longer it lasts, but the time the company will remain. Unless everything is done legally. There is no law that can not be changed, nor a person that can not be persuaded. Gaps in the law, gaps in morality, there is a world of taboos to be explored within the law of each country. There is a mute of manipulation, farces and lies that can be exposed by those who stay within the law.
                                  
                                                                                                        Apropinquante, Brasília, Brazil.


O primeiro dever de uma empresa é gerar lucro.

Para gerar lucro, é preciso vender um bem ou serviço por um valor maior do que seus custos.
 
   O mercado do sexo:
1. Nudez Feminina
2. Pornografia
3. Prostituição
 
Nudez Feminina: Sexo, política e protesto
       
      Neste momento há 53 países de maioria mulçumana com 1.034,771 bilhões de mulçumanos no mundo, ainda há em outros países 343.586 islâmicos segundo dados de 1992. Eles não são um problema são uma oportunidade, nunca houve na Playboy, na Penthouse ou na Hustler intenção de voltar o trabalho a eles. Mas ainda há 52 de maioria católica e a américa latina é o único continente do mundo onde o islamismo não cresce. Não existe chance de fotos de mulheres nuas pararem de ser consumidas, o que muda é a descrição em apresentá-las e a maneira de lucrar.

Pornografia Heterossexual: Sexo, política e protesto
       
       O pornô não tem nada de “nicho”: está em qualquer lugar do planeta onde exista uma conexão à internet. A internet é pornô, mas não há qualquer tentativa de melhorar o conteúdo, classificá-lo e monopolizá-lo. A mesma empresa que produz pornografia deve patrocinar mecanismos que impeçam as crianças de ter acesso, que restrinja o acesso a pornografia infantil e que discutam a perverção sexual. Ninguém vai parar de pagar para se masturbar, só há necessidade de dar um mecanismo discreto de fazê-lo, um conteúdo de maior qualidade e uma forma barata de acessá-lo.


Prostituição: Sexo, política e protesto
          
       Em oito países europeus (Países Baixos, Alemanha, Áustria, Suíça, Grécia, Turquia, Hungria e Letônia), a prostituição é legal e regulamentada. A prostituição é ilegal na maior parte do mundo, incluindo nos Estados Unidos, exeto em alguns municípios de Nevada. A controvérsia a respeito do mercado de sexo pago é o assunto mais controverso que jamais será explorado pelo Google, pelo Facebook. Denunciar e rastrear o tráfico ilegal de mulheres é o caminho para regulamentá-la. 


  Como explorar o mercado de sexo:

1. Jornalismo
2. Eventos
3. Clubes

Jornalismo:Sexo, política e protesto.

    As revistas precisam ter um material que venda mais do que um estilo de vida, vendam ideias universais. Há inúmeros Tabus que nunca foram explorados, inúmeras questões que nenhuma das revistas tem coragem de expor, não há nada no mundo que não esteja relacionado ao sexo, nada. Há países que tem pouco acesso a nudez, onde a prostituição é criminalizada e a pornografia é censurada. O jornalismo é o terreno de batalha, as armas são a cultura e a vitória está não na persuasão, mas na capacidade de provocar discussões que ninguém mais fará. Pois é mentira que chegamos em uma época em que a perverção atingiu o nível mais elevado, não chegamos nem perto. Todas as pautas de um jornal convencional podem ser mais aprofundadas pelo sexo.

Eventos: Sexo, política e protesto

     O universo da mídia é restrito ao mundo da imaginação. O mesmo veículo que cria fantasias deve ser capaz de fazê-las se tornarem reais, mesmo que por um dia. Há clubes de swingers, há clubes de strip, há clubes de dança, boiates, espetáculos. Sempre deve haver uma ocasião para seres humanos se juntarem, para conectarem suas mentes e interagirem sexualmente.

Clubes: Sexo, política e protesto

    As redes sociais não se restrigem a uma conexão pela internet. Esta é uma forma de muitas. Empresas que desejam ganhar dinheiro com sexo devem formar redes. A rede é que faz o conteúdo ser sempre colaborativo, sempre atual, sempre lucrativo. Qual é a graça de uma permanente masturbação solitária? As redes devem transitar entre o mundo físico e o mundo real, entre o impresso e o digital.


Estratégia:
1. Público universitário, como corrente de opinião
2. Internacionalização de conteúdo, como alvo
3. Legalidade, ponto de confiança
   

Público universitário: Sexo, política e protesto
           
          Para se "monetizar" na internet, toda a publicidade é dada pelo número de cliques, número de likes ou por tempo de vizualização. Como saber quem está do outro lado? A possibilidade do Google Statistics de rastrear exatamente quem esta vendo o vídeo é de 0%. Não existe outro lugar onde o público possa estar sendo melhor selecionado do que em uma universidade. Cada instituto, em cada região, cada curso, contém um nicho. A internet não encontra esse nicho, um produto físico, sim. E quanto menos impressos houver, mais oportunidades, para quem esteja disposto a reduzir o custo. O lucro virá da internet, mas os clientes serão pescados pelo impresso.

Internacionalização de conteúdo: Sexo, política e protesto
        
          O melhor conteúdo, pelo menor preço, para o maior número de pessoas. 1 bilhão de usuários, por $1,00, são 1 bilhão de dálares. Romper a bareira física do espaço, a barreira da língua, a barreira da cultura, a barreira da distribuição e a barreira do dinheiro. Tudo, pode ser obtido pela tecnologia da informação. Existe um jeito de recrutar colaboradores e usuários pelo mundo com facilidade no negócio de mídia, mas ninguém o fez, ainda.

 Legalidade: Sexo, política e protesto

             Persuasão é a força da liberdade de expressão. O confronto de ideia deve ser permanente, isto é a guerra, quanto mais tempo durar, mas tempo a empresa permanecerá. Des de que tudo seja feito na legalidade. Não há lei que não possa ser mudada, nem pessoa que não possa ser persuadida. Brechas na lei, brechas na moralidade, há um mundo de tabus a ser explorado dentro da lei de cada país. Há um mudo de manipulação, farsas e mentiras que pode ser exposto, por quem fica dentro da lei.

                                                                                                                      Apropinquante, Brasília, Brasil.

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