Google e Facebook Pela Censura


Como o Google ganha dinheiro?

Em fevereiro de 2016, o Google ultrapassou, por um breve período, a Apple e se transformou na companhia mais valiosa do mundo alcançando um valor de mercado de mais de US$ 500 bilhões.
Este número não surpreende já que a gigante do setor de tecnologia registrou lucros de US$ 75 bilhões apenas em 2015. Isto é cerca de US$ 2,4 mil por segundo.
No entanto seu serviço principal, o de buscas, é grátis.
Com isso surge a pergunta: como o Google ganhou todo este dinheiro?
De acordo com o relatório Anual de 2015 da empresa, dos US$ 75 bilhões em lucros registrados em 2015, US$ 23 bilhões foram de lucros operacionais.
A gigante da tecnologia ganhou US$ 67,4 bilhões em 2015 apenas em lucros com propaganda. Destes US$ 67,4 bilhões, US$ 52,4 bilhões foram com anúncios nos websites do Google e US$ 15 bilhões foram graças a anúncios servidos pelo Google em outros websites. A maior parte do dinheiro veio dos Estados Unidos, US$ 34,8 bilhões. Do resto do mundo vieram US$ 33,1 bilhões para os cofres do Google e US$ 7,1 bilhões vieram apenas da Grã-Bretanha.
O Adwords, lançado no ano 2000, continua sendo a fonte primária de lucros da Google.
Mas o Google também ganha dinheiro com publicidade quando você não está em um de seus sites.
A rede de Adsense da gigante de tecnologia coloca propagandas em sites associados - desde blogs até os principais produtores de conteúdo - e o Google fica com uma parte dos lucros.

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Como o Facebook ganha dinheiro?



A maior especialidade do Facebook não é a propaganda de si mesmo, mas inserir anúncios de empresas interessadas em exibir sua marca na rede social, que já é líder de mercado em quase todos os países globo quando o assunto é site de relacionamentos. Apesar de parecer simples (e é!), esse sistema possui algumas divisões.
Crie você mesmo
Grande parte desses anúncios está na coluna localizada no canto direito da página, acima de itens como a lista de amigos. Você quase não presta atenção naquele pequeno quadrado em meio a tanta informação, mas ele está sempre lá.


É um local de visibilidade, combinado com a sutileza dos curtos anúncios e uma estratégia menos agressiva para chamar os usuários. Muitas vezes, a campanha ainda está acompanhada de uma página de fãs criada por um contato seu, tornando-a ainda menos chamativa.
Mas o que se destaca aqui é a forma de criação: um sistema fácil e padronizado, cheio de personalizações, mas com o cuidado para que ninguém saia com vantagem. É possível selecionar até a região e o público-alvo, para que a publicidade seja a mais direcionada possível.

A rede ainda se preocupa com o andamento da campanha: caso o usuário opte por fechar o anúncio, uma enquete é exibida para descobrir o motivo do clique.
O custo também não é definido: você pode ver valores recomendados pela empresa, tendo como base o valor pago por outras companhias similares de acordo com o número de cliques recebidos ou de impressão (aparecimento nas páginas do site). Esse sistema está disponível para quem está disposto a gastar até US$ 30 mil dólares por mês no Facebook.
Não há declarações oficiais, mas especula-se que a Zynga, responsável pelos jogos mais populares da rede social como FarmVille, CityVille e Mafia Wars, é a empresa que mais gasta com publicidade por lá.
Para peixes grandes
O Facebook também abre espaço para corporações de maior porte. Por renderem uma receita maior, esses anúncios recebem um tratamento especial: hospedagem na rede social e maior possibilidade de integração, como a adição do botão “Curtir” que direciona o usuário para a página de fãs da empresa, um link para assistir a um vídeo ou a chance de responder a uma enquete.

Facebook informou nesta quarta-feira (26) aumento de 71% no lucro trimestral, à medida que os esforços da gigante de redes sociais em vídeos ajudaram a impulsionar o modelo de negócios baseado em anúncios para dispositivos móveis.

O lucro líquido aumentou para US$ 3,89 bilhões, ou US$ 1,32 por ação, no segundo trimestre, ante US$ 2,28 bilhões, ou US$ 0,78 por ação, em um ano antes.
A receita total cresceu 44,8% para US$ 9,32 bilhões. Os analistas estimaram ganhos de US$ 1,13 por ação e receita de US$ 9,20 bilhões, segundo a Thomson Reuters.

O Facebook informou que atingiu a cifra de 2,01 bilhões de usuários por mês entre os meses de abril e junho, o que representa alta de 17% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

"No segmento móvel temos continuado a ver grande fortalecimento", disse o diretor-financeiro do Facebook, David Wehner. "Temos visto cada vez mais dólares em anúncios alocados para o segmento móvel, e achamos que a tendência vai continuar."

A receita com anúncios para dispositivos móveis representou por 87% da receita total de publicidade da companhia, que totalizou US$ 9,16 bilhões, alta frente aos 84% na comparação anual.

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